O primeiro parcelamento habitacional modelo do DF sofre com a falta do CEP, segurança pública, coleta regular de lixo e o mato que toma conta das calçadas
![]() |
| Estrada de acesso ao condomínio Chapéu de Pedra, no Tororó |
Por Robson Silva
O Residencial Chapéu de Pedra, localizado no Setor Habitacional Tororó, foi o primeiro parcelamento surgido nos anos noventa e que serviria como modelo para os demais condomínios erguidos na Região Administrativa do Jardim Botânico.
Próximo ao balão de acesso à Unaí/MG, entrada pela DF 251, via que também dá acesso à Estação da Marinha, à BR 040 e ao Gama. Após se percorrer exatos 1500 metros de estrada de chão, ele está localizado entre os condôminos São Francisco I e II.
O residencial é formado por 249 lotes residenciais de 510 e 600 metros quadrados e 20 lotes comerciais de 120 metros quadrados, escriturados, cartoriados e tem recolhimento de taxas públicas (IPTU/TLP/CIP).
O seu planejamento urbano dispõe de área para comércio, escola e posto policial. Suas ruas são totalmente urbanizadas, mas sofrem com a irregularidade dos serviços de coleta de lixo e o mato que toma conta das calçadas.
Segundo os moradores, a segurança tem gerado muita insegurança. Exatamente por não disporem da presença permanente do policiamento e apenas de rondas esporádicas da Polícia Militar.
Ainda no assunto segurança, a moradora e aposentada René Matsuda, cercada por seus vários cães da raça Doberman, contou que a audácia dos ladrões tem sido tanta, que anos atrás eles arrancaram as grades de ferro da janela de uma das casas e roubaram vários pertences.
Descaso do GDF
Dona René juntamente com outra proprietária de lote, professora Chritiane Lapa, informaram que os moradores já protocolaram diversos expedientes junto à Administração Regional do Jardim Botânico para reclamar também sobre a falta do Código de Endereçamento Postal (CEP).
Fato que estranham, pois estão entre os Condomínios São Francisco I e II que já conseguiram o seu CEP daquela Administração.
Elas também consideram muito importante para a região a pavimentação da pista de acesso ao bairro pela DF 251. Informaram que esperam ser atendidas neste ano, pois a obra está inserida como prioridade no Orçamento Participativo (OP/GDF).
Por fim, reafirmam que seus direitos não são respeitados - “pois nem resposta dos ofícios encaminhados à Administração Regional os moradores obtiveram”.





