sábado, 3 de março de 2012

RAAD MASSOUH PODE FICAR INELEGÍVEL NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES




O deputado distrital Raad Massouh, atual secretário de Micro e Pequenas Empresas, poderá ter sua candidatura barrada em 2014. É que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) rejeitou suas contas. Raad já entrou com recurso, que será julgado pelo TSE. Ele permanece no mandato até a questão ser julgada em definitivo.

Conta de água mais cara




Desde o dia 1º. deste mês a conta de água está mais cara. O reajuste é de 11,2%, autorizado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento (Adasa), ultrapa em 4,7 pontos percentuais a inflação de 6,5% de janeiro a dezembro do ano passado.
A justificativa para o aumento é o fato dos investimentos realizados pela Caesb nos últimos quatro anos.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Distritais discutem construção de pontes no Lago Norte

Na tarde desta quinta-feira (01/03), o deputado Agaciel Maia defendeu na Tribuna a construção da ponte ligando o Lago Norte ao Plano Piloto. O parlamentar defendeu, ainda, a realização de audiência pública para ouvir a opinião da população.
“Antes, conseguíamos transitar tranquilamente por Brasília. Hoje, por qualquer lugar que se vá, o trânsito é caótico e no Lago Norte não é diferente. Os moradores dali já enfrentam grandes engarrafamentos, pois há um estrangulamento na ponte do Bragueto”, disse Maia.
A construção da ponte do Lago Norte faz parte do projeto original de Brasília, feito por Lucio Costa. Em 1976, o arquiteto Oscar Niemeyer, fez o primeiro desenho das duas pontes, uma, com acesso à península a partir da Asa Norte, próximo da UnB, e outra, pelo Setor de Mansões.
“A primeira ponte, com percurso de um quilômetro, liga as QLs 8 e 10 ao Setor de Clubes. A outra, a QL 7 a QL 3, com uma distância de 650 metros. Isso vai melhorar consideravelmente o trânsito, tanto para quem mora no Lago Norte, quanto para quem vem do Paranoá, Varjão e até mesmo de Sobradinho e Planaltina”, argumentou Agaciel Maia em seu discurso.
A proposta recebeu apoio de diversos parlamentares, entre eles da deputada Arlete Sampaio e dos deputados Olair Francisco, Siqueira CFampos e Cláudio Abrantes.
Ao finalizar, Agaciel Maia falou da importância da audiência pública, lembrando que o Lago Sul possui hoje cinco acessos, o que facilita o fluxo de veículos e da população. “Um longo percurso se faz com o primeiro passo”, concluiu.

quinta-feira, 1 de março de 2012

GOVERNO LANÇA ORÇAMENTO PARTICIPATIVO 2012/2013

Compromisso registrado no programa de governo da atual gestão, a ferramenta garante amplo eimportante espaço para democratizar a relação do Estado com a sociedade

Brasília,28 de fevereiro de 2012 – O governador Agnelo Queiroz assinou nestaterça-feira, no Museu da República, o decreto que regulamenta o Orçamento Participativodo DF (OPDF) para o biênio 2012/2013. Compromisso registrado no programa degoverno da atual gestão, a ferramenta garante amplo e importante espaço parademocratizar a relação do Estado com a sociedade.

O OPDF possibilita a participação direta dapopulação na definição de prioridades para investimentos e despesas comserviços públicos executados pelo Governo do Distrito Federal. No orçamentoparticipativo, o cidadão exerce o papel de protagonista ativo da gestãopública. A solenidade no Museu da República foi acompanhada por cerca de 300pessoas.

“É uma conquista de todos e já é uma marca donosso governo: estimular a participação popular para definir como serãoaplicados os recursos do nosso orçamento”, destacou o governador. AgneloQueiroz considerou um sucesso a participação de mais de 16 mil pessoas no OPDFdo ano passado. “As propostas populares que foram aprovadas serão executadas nesteano com prioridade. A meta é ampliar cada vez mais a participação do povo”, ressaltou.

O governador lembrou ainda que R$ 1,2 bilhãodo Orçamento do Distrito Federal de 2012 se destina às demandas do Orçamento Participativo,que é coordenado pela Secretaria de Governo, pela Coordenadoria das Cidades e pelaSecretaria de Planejamento e Orçamento.

O secretário de Governo, Paulo Tadeu, reforçouque o OPDF é um importante instrumento de participação da população. “Estegoverno dá prova que não tem medo do povo, mas se coloca ao lado da populaçãodo DF, ao promover o debate transparente e aberto”, afirmou. Paulo Tadeu disseainda que “o OPDF ficou abandonado por 12 anos e foi retomado em 2011, trazendoo povo para o centro do debate político”.

Já o coordenador das Cidades, FranciscoMachado, afirmou que “é direito dos cidadãos saberem como o governo vai gastaros recursos que vêm de seus impostos”. Presente na solenidade, o secretário dePlanejamento e Orçamento, Edson Ronaldo Nascimento, lembrou o início do debateem 2011. “O ano passado foi a primeira experiência com a qual aprendemos que apopulação do DF quer participar efetivamente do orçamento”, avaliou.

As plenárias de apresentação do programa terãoinício na próxima quinta-feira, dia 1º de março, e mostrarão o balanço do OPDFem 2011. Já as plenárias de base, nas quais será discutido o Orçamento para2012/2013, serão realizadas a partir de 13 de março – Ceilândia será a primeiracidade a receber o encontro.

Participação–A participação nas plenárias de base é aberta a todos os cidadãos com mais de16 anos de idade. Os interessados precisam apenas ir ao local indicado em cada cidade, preencher a lista depresença e participar do debate. As plenárias de base contarão com aparticipação efetiva dos diversos setores envolvidos em cada região administrativa.O objetivo é apontar prioridades e eleger os integrantes dos Fóruns dosDelegados, que trabalharão na construção do Plano de Aplicação dos Recursos doOP em sua respectiva RA. Os fóruns também elegerão membros para o Conselho doOrçamento Participativo do Distrito Federal, que compatibilizará e consolidaráo Plano de Investimento e Serviço do DF.
Em2011, a população do Distrito Federal se reuniu em 183 plenárias e apresentou7.822 propostas. O material deu origem ao Plano Anual de Investimentos eServiços do Orçamento Participativo do Distrito Federal (OPDF), que contou com cercade mil propostas e foi produzido por 85 conselheiros. Entre os temasprioritários do documento estavam: Urbanização, Educação, Saúde e Cultura. 

Além do governador Agnelo Queiroz, quecompareceu à solenidade acompanhado pela primeira-dama Ilza Queiroz,participaram da cerimônia de lançamento do OPDF o vice-governador Tadeu Filippelli;os secretários de Administração Pública, Wilmar Lacerda; de Transparência eControle, Carlos Higino, e o coordenador das Cidades, Francisco Machado, alémde outras autoridades do GDF e de representantes da sociedade civil.


Fonte: www.agenciabrasilia.df.gov.br

lConselho diz que termo de conduta sobre a regularização deve ser revisto

Bruna Senseve
Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) quer facilitar e agilizar a regularização dos condomínios horizontais. O empecilho maior está no Termo de Ajustamento de conduta (TAC), assinado em 2007, que exige a prévia regularização de cada setor habitacional para liberação do registro dos condomínios. Esse processo, porém, que é de responsabilidade do GDF, é mais complicado e muito demorado.
Com base nesta exigência, no início deste ano, o Ministério Público do DF (MPDF) impugnou o registro em cartório das escrituras de dois parcelamentos aprovados pelo Conplan.
O conselho é formado pelo poder público, sociedade civil organizada e órgãos técnicos, e proferiu a decisão na manhã de ontem.

MUROS
Uma outra dificuldade encontrada no TAC – assinado pelo GDF e MPDF – para a regularização é a necessidade de abertura dos condomínios, ou seja, a retirada de muros e guaritas. A última exigência prevê que sejam estabelecidos os locais para equipamentos públicos dentro dos setores.
O secretário de Habitação, Geraldo Magela, considera que o Ministério Público esteja em um processo efetivo para inviabilizar as regularizações.
“O PDOT (Plano Diretor de Ordenamento Territorial) já permite a regularização com a manutenção dos muros. O TAC está ultrapassado. Outras legislações aprovadas trazem uma série de regulamentações
sobre regularização. Estamos propondo a revisão do TAC, que tanto pode ser atualizar como simplesmente cancelar”, declara Magela.
No caso dos condomínios Lago Sul I, no Jardim Botânico, e Vivendas Lago Azul, no Grande Colorado, o espaço destinado aos equipamentos estaria fora do setor habitacional por não terem terrenos vazios para esse fim. “Já foi ofertada uma solução que não atrapalha em nada, observando o projeto urbanístico ou ambiental, como certificou a câmara técnica, e até mesmo o bom senso” afirma Gilma Ferreira, uma das conselheiras do Conplan.
Áreas fora dos setores do Grande Colorado e Jardim  Botânico,
ainda não regularizados, foram dadas como opção no projeto urbanístico.
Até o fechamento desta edição, o Ministério Público não comentou a decisão. O documento ainda deverá ser enviado oficialmente ao órgão.

REGISTROS ESTÃO PARADOS

Segundo Geraldo Magela, ainda não há data prevista para que seja assinado e entregue ao governador, presidente do conselho. A expectativa dos conselheiros é de que o Ministério Público se sensibilize e
pare com as impugnações feitas às aprovações do Conplan, que deverá continuar com a análise dos processos nos moldes da decisão.
Para os conselheiros, o Termo de Ajustamento de Conduta precisa se adaptar ao Plano Diretor de Ordenamento Territorial do DF (PDOT)
e à Lei 12.424, de 16 de junho de 2011, uma revisão do programa Minha Casa, Minha Vida que também versa sobre regularização fundiária em âmbito nacional.
Entre os argumentos para a realização de um revisão do TAC, está a falta da participação popular na confecção do Termo de Ajustamento de Conduta e ainda a incompatibilidade com as outras legislações vigentes. A presidente da União dos Condomínios e Associações de Moradores no Distrito Federal (Unica-DF), Junia Bittencourt, afirma que não é possível seguir o processo de regularização somente com o parâmetro do TAC que tem seus méritos, mas também traz situações consideradas por ela impossíveis de serem resolvidas.
“Não se levou em consideração a própria atualização da lei. O posicionamento do Conplan é fazer as aprovações dentro dos dispositivos legais existentes, como o PDOT e o Estatuto das Cidades, e não somente de um TAC, assinado em 2007, como quer o Ministério Público”, argumenta Júnia.

Fonte: Jornal de Brasília, 01.03.12.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Ponte para ligar o Lago Norte ao Plano Piloto



A construção da ponte do Lago Norte faz parte do projeto original de Brasília, feito por Lucio Costa. O primeiro desenho foi feito por Oscar Niemeyer em 1976 e prevê não uma, mas duas pontes com acesso à península pela Asa Norte, de um lado, e pelo Setor de Mansões, de outro.

A primeira delas ligaria as QLs 8 e 10 ao Setor de Clubes Norte, na altura da Universidade de Brasília (UnB), em um percurso de um quilômetro. A segunda a partir dos conjuntos 4 e 7 da QL 7 até a QL 3, uma distância de 650m.

Atendendo reivindicação de vários moradores do Lago Norte, o deputado Agaciel Maia apresentou na tarde desta terça-feira (28/02) Indicação na Câmara Legislativa, sugerindo ao Poder Executivo a construção da Ponte do Lago Norte.

“O correto é que seja feita audiência pública para ouvir a comunidade e assim chegar a uma decisão sobre a localização ideal para a construção da ponte”, argumentou o deputado Agaciel, ressaltando que a construção é de interesse dos moradores da Península Norte, Taquari, Setor de Mansões do Lago Norte, do Paranoá, do Itapoã, Grande Colorado, Sobradinho, Planaltina, e até mesmo Brasilinha e Formosa, uma vez que o novo acesso ao Plano Piloto viria resolver o sistema viário que se estrangula na Ponte do Braguetto.

Dema faz prisões em área do Altiplano Leste

Na manhã de ontem (28/02), a Delegacia Especial do Meio Ambiente (Dema) realizou a prisão de três  pessoas que faziam venda de lotes em área pública. A Operação Miragem 2 da Dema já cumpriu seis mandados de prisão.
As últimas prisões foram de pessoas que participavam de um esquema de grilagem no Condomínio Veneza, no Altiplano Leste, no Jardim Botânico. A sede do residencial é na Avenida Comercial da cidade.
De acordo com agentes da Dema, a área é pública e está sendo parcelada em lotes de 600 e 800 m2.
As pessoas presas vão responder por parcelamento irregular de terras públicas, dano ambiental e formação de quadrilha.