sexta-feira, 22 de novembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Programa Jovem Candango vai beneficiar mais de 10 mil jovens no Distrito Federal
O programa é uma iniciativa do deputado distrital Agaciel Maia, atual vice-presidente da Câmara Legislativa, que desde o início de seu mandato vem lutando para implantação do programa. Na Casa, apresentou Indicação para que o Executivo apresentasse projeto de lei para criação do programa.
Foi sancionada pelo governador Agnelo
Queiroz, na quinta-feira (14/11) a Lei 5.216/2013 que cria o Programa Jovem
Candango no Distrito Federal. O principal objetivo é ampliar as oportunidades
do primeiro emprego aos estudantes entre 14 e 18 anos de idade, que estejam
cursando as últimas séries do ensino Fundamental e Ensino Médio.
De acordo com o programa, os jovens
aprendizes serão contratados e irão trabalhar em órgãos públicos do GDF, uma
oportunidade para inserir os adolescentes no mercado de trabalho, que irão
receber um salário mínimo mensal, vale transporte e alimentação e os demais
direitos trabalhistas, sem que eles abandonem os estudos.
Cerca de 10 mil estudantes de escolas
públicas serão beneficiados. A prioridade serão para os jovens de famílias de
baixa renda e para quem vivem em territórios de maior vulnerabilidade social. As
primeiras contratações deverão acontecer logo no início de 2014. A jornada de
trabalho será de quatro horas, podendo ser ampliada para seis horas. Haverá
reserva de vagas para portadores de necessidades especiais, alunos da zona
rural, adolescentes acolhidos no DF judicialmente e jovens do Programa de
Bombeiro Mirim.
As contratações serão feitas pela
Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional, pelo prazo de dois
anos, e o jovem aprendiz irá participar de curso de formação e capacitação
opertado pelas instituições qualificadas.
Para a jovem Catarina, moradora do
Gama, o programa tem grande importância para os jovens, “pois proporciona o
ingresso no mercado de trabalho com o primeiro emprego, onde poderemos adquirir
experiência e ter melhor qualidade de vida. Estou feliz. O DF precisava disso”.
Nas próximas eleições, Sobradinho pode ganhar novo representante
Ricardo Vale, ex-secretário
adjunto de governo, que assumiu o Sobradinho Esporte Clube em 2011, colocou o
Leão da Serra na vitrine do futebol do DF. Modesto, ele diz que o mérito de
recuperar o time é de muitos sobradinhenses e do patrocinador (CEUB).
Para o ano que vem, Vale está
muito esperançoso, apostando no fortalecimento do time a partir da contratação
de Dimba. “Ele é um vencedor, que saiu de Sobradinho, conquistou o mundo e
agora voltou para o time que o lançou”, disse, enfatizando que o Sobradinho
está se consolidando como um dos grandes clubes do DF e do Brasil.
Mas não é somente de esporte que
vive Ricardo Vale. A política está nas veias. É dirigente do PT-DF e uma pessoa
importante na política local. Com relação a atuação do atual governo, ele
reforça a teoria de que ‘as coisas já estão ficando no lugar’, pois “os
resultados positivos do governo Agnelo já estão aí para todos verem”.
Dentre inúmeras ações do atual
governo, Vale destaca as contratações de novos profissionais para as áreas de
saúde e educação, as reformas dos hospitais e a melhoria no transporte público.
“A área de esporte, cultura e habitação também estão com diversos projetos em
andamento e muita coisa boa está acontecendo”, ressalta.
Irmão do ex-deputado Paulo Tadeu,
que no Distrito Federal fez uma carreira brilhante, Ricardo Vale ainda não
confirma se será candidato a uma cadeira na Câmara Legislativa. “Nosso grupo
tem história, afinal são mais de 20 anos de trabalho e muitas conquistas”,
comentou, deixando no ar a possibilidade de ser candidato nas próximas
eleições. “Continuaremos lutando para a melhoria das condições de vida da
classe trabalhadora”.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Da Tribuna, deputado Agaciel sai em defesa do projeto de lei para condomínios fechados
Após reunião com lideranças comunitárias dos condomínios, o
deputado Agaciel Maia, na tarde desta terça-feira (19/11) fez um discurso, da
Tribuna da Câmara, em favor do projeto de lei de condomínios urbanísticos
fechados, nos moldes dos residenciais Alphaville, espalhados, hoje, por todo o
Brasil.
Confira, abaixo, a íntegra do discurso:
“Há muitos anos assistimos, no Distrito
Federal, a polêmica história quanto a questão dos condomínios fechados. São
residenciais que surgiram no DF há quatro décadas e, tantos anos depois, os
moradores buscam uma solução para que no processo de regularização as análises
e aprovações sejam no modelo de condomínios urbanísticos fechados.
Essa é uma luta que já
dura alguns (bastante) anos. Aqui,
apresento-me em defesa desse modelo. E exatamente por assim pensar é que ao
longo deste ano venho trabalhando junto com a Secretaria de Regularização de
Condomínios (Sercond) na elaboração de
um projeto de lei que irá permitir a aprovação e registro em cartório dos
parcelamentos exatamente como “condomínios fechados”.
Penso que a legislação não pode andar
na contramão dos interesses da população. Esse modelo adotado no Distrito
Federal já existe em todo o Brasil e pelo mundo afora e, portanto, nossas leis
devem vir ao encontro dessa comunidade.
É bom ressaltar que esse novo modelo
é vantajoso, no quesito segurança, não somente para aqueles que optaram em
viver nesses residenciais como para o próprio Estado, que hoje já não consegue
se fazer presente em todas as áreas. Ganha também, o Estado, uma vez que a
responsabilidade pela manutenção daquele espaço passa a ser dos próprios
moradores e, aqui, temos que ressaltar que em diversos residenciais esse trabalho
vem sendo elaborado de forma exemplar.
O modelo de “condomínio
fechado” é aquele que é administrado pelos próprios moradores, que assumem para
si tanto a prestação de serviços, como a manutenção e conservação de ruas e
praças, cuidados com as áreas verdes, vigilância, coleta e reciclagem de lixo,
construção e manutenção de áreas de lazer.
Sou favorável favorável a esse novo
modelo de moradia e reforço meu pensamento lembrando que esse modelo não traz
nenhum prejuízo ao Estado ou a sociedade.
Aproveito para lembrar que essa modalidade de “condomínio fechado” está
devidamente amparado pela Lei 4.591/64, faltando apenas uma legislação
específica no âmbito do Distrito Federal.
Quero lembrar também que há decisões
favoráveis ao modelo de “condomínio fechado” e como exemplo disso podemos citar
o julgamento da ADIn no RS, em que foi afirmada a constitucionalidade dos
artigos da Lei Complementar 246/2005, de Caxias do Sul, que estabelecem a
possibilidade de loteamentos fechados.
Há, portanto, precedentes de
tribunais estaduais favoráveis à constitucionalidade de leis municipais
autorizando a criação de “condomínios fechados”.
Aqui no Distrito Federal, o Governo,
através da Secretaria de Condomínios, já realizou duas audiências públicas para
discutir o projeto de lei que autoriza esse novo modelo – condomínios fechados.
Os moradores aguardam a última audiência
e o envio do projeto para aprovação na Câmara Legislativa. Meu voto é favor dos condomínios fechados.”
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