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domingo, 12 de agosto de 2012

Moradores do Mini-Chácaras do Lago Sul II participam de café da manhã com deputados e representantes da Secretaria dos Condomínios



     Moradores, diretoria do condomínio Mini-Chácaras do Lago Sul II, no final do Lago Sul, e síndicos de residenciais vizinhos receberam para um café da manhã, neste sábado (11/08), representantes da Secretaria dos Condomínios (Sercond) e os distritais Agaciel Maia e Rôney Nemer, que, juntamente com o secretário de Condomínios, Wellington Luiz, fazem parte do mesmo bloco na Câmara Legislativa.

     No início da semana, os moradores do Mini-Chácaras viveram momentos de grande sufoco com a operação de derrubada realizada pelos fiscais da Secretaria da Ordem Pública (Seops) e da Agência de Fiscalização (Agefis).


     Na abertura da reunião, o síndico do Mini-Chácaras, Ricardo Lima, informou aos moradores que o condomínio conseguiu liminar na Justiça proibindo novas derrubadas. “A gente paga IPTU, TEO, água, luz e o Estado vem e derrubada. Não podemos aceitar esse tipo de coisa. É uma contradição. Quero parabenizar a brilhante atuação do deputado Wellington a frente da secretaria de Condomínios e os deputados Agaciel e Rôney, responsáveis pela criação do novo órgão”, disse o síndico.

     O representante da Sercond, Roberto Costa, informou aos presentes que já solicitou o processo do condomínio para alavancar seu andamento, enfatizando o trabalho que vem sendo realizado pelos representantes do condomínio Mini-Chácaras em busca de soluções.

     Durante a reunião, o deputado Rôney, que é servidor de carreira - fiscal da Agefis - explicou que a ação de derrubada já estava programada há algum tempo. “Nos reunimos na Câmara para minimizar a ação, que poderia ter sido muito pior. Por isso mesmo, vou pedir que não continuem construindo. Não se pode construir sem autorização do Estado”, reforçou, sugerindo a elaboração de um acordo com o Governo para que as obras iniciadas possam ser concluídas.

    
    
     Já o deputado Agaciel Maia falou da importância de melhorar a área, promovendo, assim, mais qualidade de vida para os moradores e se mostrando contrário às derrubadas. “Sou da base aliada do Governo e já disse que é preciso fazer políticas públicas para os condomínios. Não derrubadas não podem continuar acontecendo”, disse o parlamentar.
“Tenho orgulho de dizer que, quando muitos não acreditavam, o Governo criou a Secretaria dos Condomínios. Tenho orgulho de dizer, também, que quando outros tantos já tinham desistido, conseguimos, com a ajuda do bloco, fazer a lei para manter os muros e as portarias. Os condomínios são uma realidade e temos que trabalhar para regularizar essa situação e melhorar a vida das pessoas”, relacionou, citando ainda que através de emendas suas, os recursos necessários para a duplicação do trecho da via no final do Lago Sul até a ponte da Barragem já estão garantidos no orçamento do Governo deste ano .
    
     Os distritais presentes se comprometeram a levar na próxima semana para o governador do DF a proposta de envio para à Câmara Legislativa de um projeto de lei que permita a conclusão das obras iniciadas nos residenciais. Eles propuseram também, para os condomínios da região onde está o Mini-Chácaras, a assinatura de um acordo, através de um TAC, nos moldes do que foi feito no Núcleo Rural Boa Esperança.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O SUCESSO DO I ARRAIÁ DO MINI-CHÁCARAS DO LAGO SUL



Vestidos à caráter ou preparados para enfrentar o frio, não importava. O importante mesmo foi participar do I Arraiá Julino do Condomínio Mini-Chácaras do Lago Sul, quadras 4 a 1, no Lago Sul, que aconteceu no sábado (21/07).
Junho é o mês das festas populares de inspiração religiosa, em homenagem a Santo Antônio, São João e São Pedro. Festas que não deixam morrer costumes e tradições do passado, com danças regionais, músicas, trajes caipira, quadrilha, fogueira, comidas típicas e muita cor.
Em Brasília, as festas estão pelos quatro cantos e não ficam restritas ao mês de junho, avançam julho e até agosto à dentro.
No Mini-Chácaras, no palco montado no arraiá, quatro atrações alegraram a noite de quem esteve presente. A abertura foi feita pelo grupo de Forró Xega Xia, seguido pelo show de Gleydson Braga (da dupla sertaneja Beto e Braga) e a bela cantora sertaneja Fyama Dourado, que animaram a festa, juntamente com o DJ Danilo Rippel.
Barraquinhas decoradas tomaram conta da rua toda enfeitada de bandeirinhas coloridas. Comidas típicas, bebidas, churrasquinho e guloseimas, como canjica e pé-de-moleque, eram apreciados pelos moradores e seus convidados.
Uma bela fogueira encantou quem esteve presente e completou o cenário montado pela equipe comandada por Cida Rippel, diretora administrativa e coordenadora da festa. “Trabalhamos muito, mas acho que valeu a pena. A festa está muito bonita. A maioria das barraquinhas está sob o comando de moradores”, disse, eufórica, a coordenadora da equipe, que mesmo durante as festividades corria de um lado para o outro, checando cada detalhe.
O casal Lafaiete e Regina veio do condomínio vizinho e os dois eram só elogios, enquanto passeavam por entre as barraquinhas. “Moramos há pouco tempo em condomínio e nunca participamos de nenhuma festa. Esta é a primeira e estamos achando tudo muito organizado. Muito família. Parabéns para a equipe”, comentou o casal Lafaiete.
O morador Waldo esteve presente com toda a família. “A festa está ótima. Sou suspeito para falar. Moro aqui e achei excelente essa idéia. A diretoria do condomínio é nova e está de parabéns. Eles estão fazendo tudo para integrar os moradores”, comentou o entusiasmado Waldo, que apreciava a dança da filha Ana Paula.
A criançada, acompanhada dos pais, também se divertiu a valer: nos pula-pulas, no escorregador gigante, no parque infantil ou na pista de dança, em frente ao palco.
O síndico Ricardo Lima e o subsíndico Luiz Felipe acompanhavam tudo atentamente. Eleitos recentemente, eles falaram da importância da festa. “É uma forma de aumentarmos as relações entre os condôminos e também dos moradores com a atual diretoria. Uma maior integração é muito importante para avançarmos de maneira saudável e produtiva”.

UM POUCO DA HISTÓRIA DO RESIDENCIAL

Situado no final do Lago Sul (QI 33), no Setor Dom Bosco, o condomínio horizontal Mini-Chácaras do Lago Sul quadras 4 a 11 foi criado em 1995, em uma das regiões mais cobiçadas do Distrito Federal. Com 1.200 lotes e mais de 400 casas prontas, o residencial conta com amplas avenidas calçadas com bloquetes, portaria com controle de segurança, escritório de administração, parque infantil e muita área verde, onde os moradores podem, diariamente, apreciar diversas espécies de pássaros.
Desde maio, o condomínio é administrado por Ricardo Avad Lima e Luiz Felipe, síndico e subsíndico, por Cida Rippel, diretora administrativa, e por Érico Esteves Martins, tesoureiro. “Até 2001, o condomínio era administrado pela associação de moradores (ALOCOMICLAS). Daí para cá, uma diretoria, eleita a cada dois anos, é responsável pela administração do residencial”, conta o atual síndico, eleito com 79% dos votos e que na gestão anterior era o encarregado de Obras do condomínio.
Junto com o subsíndico Felipe, Ricardo fala das principais metas da diretoria, explicando que a regularização e as obras de pavimentação são prioridades da nova administração.
Os responsáveis pelo Mini-Chácaras Lago Sul, situado em área mista, pertencente a particulares e a Terracap, contam que o condomínio está implantado há muitos anos e que os moradores pagam IPTU desde 2006. “Já executamos o projeto urbanístico e o ambiental, mas o andamento do processo, análise e regularização, até hoje foi muito lento”, conta o síndico.
“Nosso processo de regularização está parado há seis anos. Estamos apostando muito nessa nova equipe da Secretaria de Condomínios. Já conversamos com o secretário Wellington, que ficou de intermediar uma reunião com a Terracap, e recebemos a visita do subsecretário de Meio Ambiente (Semarh), Adilson Barreto, que esteve aqui acompanhado de técnicos”, contam.
Segundo o síndico, a equipe da Semarh foi verificar os problemas de erosão e assoreamento do solo para liberação da licença de recuperação de área degradada. Ele conta que os técnicos da Agência de Fiscalização (Agefiz) está sempre presente. “Fiscalizando, notificando, embargando e até mesmo derrubando”, conta Ricardo.