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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

UM ANO DA SECRETARIA DE CONDOMÍNIOS


Proposta pelo deputado Agaciel Maia, vice-presidente eleito da Câmara Legislativa, com apoio dos deputados que compõe o bloco, Olair Francisco, Roney, Michel e Wellington, a Secretaria de Regularização dos Condomínios (Sercond) completa um ano no dia 21 de dezembro. Nesta entrevista exclusiva, a Secretária Regina Amaral faz um balanço positivo dos trabalhos do novo órgão, que, agora, estruturado e instalado, está pronto para avançar com a regularização, assunto que é prioridade do Governador Agnelo Queiroz. O ano de 2012 termina com mais nove condomínios aprovados.

Secretária de Regularização Regina Amaral: "Só existe um modelo de regularização: definitiva! Obediente aos princípios legais.



A senhora completa nos próximos dias 90 dias à frente da Secretária de Condomínios, na condição de interina, isso a incomoda?
Regina Amaral – Não me preocupo com essa questão. Estou à frente da Secretária de Condomínios, exercendo minhas funções com todas as prerrogativas do cargo. Vim para cá com a missão de cumprir dois desafios: estruturar administrativamente a Secretaria e avançar com a regularização.

E em que pé estão esses desafios?
Regina Amaral – A Secretaria, desde quando foi criada, estava provisoriamente, instalada no DFtrans. Foi importante para nós, porque nos dava um endereço. Quando assumi a pasta, meu primeiro objetivo foi acelerar a estruturação da sede. Esse objetivo foi cumprido. Posso dizer com satisfação que a Secretária de Condomínios agora tem um endereço.

O que a Secretaria está fazendo, na prática, para que as ações cheguem aos moradores e síndicos?
Regina Amaral – Bem, ao assumir a Secretaria uma das minhas primeiras ações foi criar a Secretaria Itinerante. Por quê? A Secretaria precisava dar uma resposta aos moradores de condomínios. Melhor, a Secretaria tinha a obrigação de conversar, discutir com os condomínios, informar claramente a função e os instrumentos e meios que a Secretaria está colocando em ação para ordenar o processo de regularização. E é isso que estamos fazendo na prática. Abrimos a agenda para os síndicos. Temos ido aos residenciais para discutir com eles, de forma transparente, em linguagem simples, quais as etapas, quais os procedimentos que os condomínios terão que cumprir, até que cheguemos ao cartório de registro de imóveis.

E o que há de novo no “script” da regularização?
Regina Amaral – Eu não chamaria de novo, mas de ordenamento. Sem o ordenamento administrativo, vários e vários órgãos responsáveis pela análise de processos dos condomínios, continuariam a atuar isoladamente. Nesse processo, é importante verificar não somente a questão fundiária, mas avaliar o impacto produzido no meio ambiente e a questão urbanística. Temos que acelerar o processo, pois esses estudos têm prazo de validade e tem um custo muito alto.  
Esse é o papel da Secretaria. Dar racionalidade administrativa, celeridade e transparência ao processo de regularização.

Então, agora não há mais desculpas. A regularização é definitiva?
Regina Amaral – Só existe um modelo de regularização. Definitiva! Mas definitiva quer dizer, rigorosamente obediente aos princípios legais, fundiário, ambiental e urbanístico. Tenho explicado que a regularização não é um processo rápido, a curto prazo, pois se fosse assim, muitos outros governantes já teriam conseguido concluir. Entendo que é importante adotarmos medidas e avançarmos de acordo com a legislação, de maneira a não deixar brechas para um retrocesso.

Mas a senhora não respondeu a questão. Então não há mais desculpas?
Regina Amaral – Deixa eu te dizer uma coisa. O Governador Agnelo não foi só de uma grande lucidez quando criou a Secretaria de Condomínios. Foi de uma coragem muito grande. Até aqui, criava-se um órgão aqui, outro acolá, principalmente de fiscalização e derrubadas. Mas, ninguém teve a lucidez e a coragem de resolver a questão. A Secretaria de Condomínios foi criada para isso. Ela reúne, hoje, todos os órgãos e instrumentos necessários para dar transparência, credibilidade, ordenamento e celeridade ao processo de regularização.
Agora, não se faz regularização por decreto. Não se faz regularização por voluntarismo. Vivemos num estado de direito. O Governo, como qualquer cidadão está sujeito às leis.
Então, respondendo, a sua questão: todos os instrumentos para a regularização dos condomínios estão criados. Temos as condições ideais de coordenação definidos. Cabe-nos seguir aquilo que a lei determina. Hoje, temos dois instrumentos para conduzir o processo de regularização: o TAC e o PDOT, além, do Código Florestal e da Lei do Minha Casa, Minha Vida, que vieram para ajudar no processo. Neles estão previstos todos os fundamentos para que esta cidade continue a se desenvolver, a crescer e ocupar seus espaços de forma ordenada.

Como foi recebida sua aproximação com o Ministério Público, já que muitas pessoas do Governo julgam que o MP quer governar ou no mínimo dificultar a governabilidade?
Regina Maria – Interessante você me perguntar isso agora. A minha visita ao MP ocorreu logo no início de minha posse aqui na Secretaria. O MP havia obtido uma decisão favorável de impedimento de registros cartoriais de dois condomínios. Eu aprendi, com meu pai, desde cedo, que acordos são para se cumprir. E que isso pressupõe igualdade de direitos e obrigações. Quando essa balança desfavorece um em relação ao outro, o caminho correto é a Justiça.
Fui ao MP na condição de Secretária de Pasta para tratar dessa questão e também, para buscar, não uma aproximação como o senhor coloca, mas demonstrar que o Governo Agnelo continuava com o mesmo propósito de dialogar na busca de entendimento. Disso, dei ao senhor Governador um relato minucioso de minha ida ao MP. Dele, jamais ouvi uma recriminação pelo meu gesto. Creio que hoje, temos todas as condições de Governo e MP sentarem-se à mesa quando algo que necessite ser ajustado, rediscutido no TAC, tenha que ser discutido. Não por acaso, o acordo se chama Termo de Ajuste. É para ajustar mesmo, quando necessário. Acredito, firmemente, que o diálogo é, sempre, o melhor caminho.

Na semana passada, o Conplan se reuniu e deu parecer favorável a nove condomínios. O que mudou em relação àqueles dois condomínios que foram impedidos pelo MP de serem registrados e agora?
Regina Amaral – O Coplan é um Conselho formado por profissionais da mais elevada competência e conhecimento de políticas públicas e planejamento urbano, no qual a Secretaria dos Condomínios também tem assento e voto. O selo de aprovação do Conplan é uma garantia de que todas as exigências urbanísticas exigidas dos condomínios foram, rigorosamente, cumpridas. 

Como já expliquei, o PDOT estabelece que os condomínios sejam regularizados por bairro. Essa será nossa prioridade no próximo ano para podermos avançar ainda mais. Já começamos a visitar e estudar três setores para executarmos o planejamento. Nenhum condomínio poderá ser regularizado sem que estejam, claramente, definidos os locais de instalação dos equipamentos públicos (escolas, postos de saúde) etc.

A senhora foi assessora pessoal do ex-deputado Pedro Passos. A senhora se sente confortável ocupando essa função?
Regina Amaral –  Peço licença para fazer uma correção na sua pergunta. Não sei o que vem a ser isso: assessora pessoal. Nunca soube que existe ou existiu esse cargo na estrutura da Câmara Legislativa, que foi onde trabalhei como assessora parlamentar do ex-deputado. Na Câmara, exerci também as funções de Chefe da Seção de Relações Pública. O balanço que faço desse período é o seguinte: tenho imenso orgulho de ter contribuindo, como assessora parlamentar, e ter podido convencê-lo a sugerir ao Governo à época, a criação da RA do Jardim Botânico.
Sinto imenso orgulho de ter contribuído para que um aglomerado de quase 60 condomínios, onde vivem, hoje, aproximadamente 30 mil pessoas, tenha alcançado o status de cidade. Os benefícios dessa mudança foram muito importantes para os moradores. Isto significa orçamento próprio para ser investido na cidade. Isto significa uma administração própria que cuida da prestação dos serviços públicos básicos: iluminação, asfalto, policiamento, etc. etc. Enfim, melhorias para a cidade.
Ainda nesse período, como assessora parlamentar, sugeri a proposição de uma lei que garantisse aos condomínios o direito de manterem seus muros e portarias, num momento crítico de derrubadas. A lei, mesmo julgada inconstitucional, por vício de origem foi, naquela época, determinante para que os condomínios continuassem a ter o controle de seus limites geográficos e segurança dos moradores.
Feito esse registro, autorizo o senhor a pesquisar em qualquer instância judicial ou policial, se existe um único registro de ocorrência, denúncia,  processo, etc. etc. que envolva meu nome em algum ilícito de qualquer natureza, cívil ou criminal, e principalmente referente a crimes de grilagem. Aceito qualquer crítica sobre o meu trabalho, mas repudio esse pensamento maniqueísta cínico.

Alguma mensagem para os moradores dos condomínios?
Regina Amaral – Reafirmo minha confiança, minha crença, minha esperança que esse caminho novo que agora estamos fazendo, tem todas as condições de nos levar à regularização definitiva dos condomínios.
Repito, esse caminho novo é feito pela obediência às regras jurídicas que rege a condução da regularização dos condomínios e pela firme decisão do Governador Agnelo, de fazer. Repito: Decisão de fazer!
Vivemos 35 anos num caos absoluto. Agora, cada morador sabe exatamente qual é o caminho da regularização de seu condomínio. E entre todas as funções desta Secretaria, uma delas será prioridade absoluta: o direito de cada morador a receber informação clara sobre o seu condomínio. Um dos papéis da Secretaria itinerante é exatamente de conversar. Esclarecer dúvidas. Informar. Levar mais qualidade de vida.

Endereço da Sercond: Av. W-3 Norte, Quadra 509, Bloco A, Ed. Nazir I (antigo CNPq)

Fonte: Jornal Alô Brasília, 26.12.12

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Secretária de Condomínios participa da posse da nova diretoria da AJAB


 

 

A secretária de Estado de Regularização de Condomínios (Sercond), Regina Amaral, participou na noite de sexta-feira (26/10) da cerimônia de posse da nova diretoria da Associação de Moradores dos Condomínios do Jardim Botânico (AJAB).

A cerimônia aconteceu no salão do Condomínio Estância Jardim Botânico e empossou Viviane Fidéllis a nova presidente, que irá comandar a entidade pelos próximos dois anos.

Segundo Viviane, ela pretende fazer uma política de conciliação na busca de entendimentos para que todos os condomínios da região façam parte da AJAB. “Essa é a maneira mais inteligente para nos fortalecermos. Também vou buscar entendimentos com o Governo local na busca de melhorias para nossa região”, disse, a presidente empossada, que durante oito anos comandou o Condomínio Prive Mônaco.


Em seu discurso, a secretária Regina parabenizou a nova diretoria, em especial a nova presidente, lembrando sua luta em prol da regularização dos condomínios e por mais qualidade de vida para os moradores. “Quero parabenizar a Viviane, neste que parece ser o século das mulheres. É uma nova missão e tenho certeza que vai desempenhar com o mesmo brilhantismo que vem atuando no condomínio Mônaco”, comentou, lembrando a criação da Secretaria dos Condomínios, que foi criada há quase um ano, com objetivo de acelerar o processo de regularização e trabalhar por mais qualidade de vida para os moradores desse segmento.



Foi servido o jantar, após a cerimônia de posse, que contou com a presença do deputado Chico Vigilante, representante do deputado Olair Francisco, da secretária Rejane Pitanga, do administrador do Jardim Botânico César Lacerda, do administrador do Lago Sul, Wander Azevedo, síndicos e moradores dos condomínios da cidade.

domingo, 21 de outubro de 2012

Secretária de Condomínios participa de reunião no Condomínio Ouro Vermelho



Na manhã de sábado (20/10), a convite da síndica Rose e do subsíndico Ênio, a secretária de Regularização de Condomínios Regina Amaral participou de reunião com moradores do condomínio Ouro Vermelho, no Jardim Botânico, para esclarecer pontos do processo de regularização. Representantes dos condomínios vizinhos – Belvedeve Green e Condomínio Verde - também estiveram presentes.

A secretária, acompanhada por representantes do Grupar, procurou esclarecer as dúvidas da comunidade durante toda a manhã de sábado.

O processo do Ouro Vermelho, localizado no final da Avenida do Sol, no Jardim Botânico, com uma área de aproximadamente 120 hectares, já está em fase bastante adiantada. Em 2006, o residencial recebeu a licença ambiental corretiva.

Em dezembro de 2010, o condomínio foi notificado pelo Grupar, órgão que faz parte da Secretaria de Regularização, a apresentar no Relatório Ambiental algumas adequações: inclusão do endereçamento, mapa com faixas de proteção marginal e áreas de APPs, e mapa de declividade.

O residencial continua com algumas pendências e foi notificado recentemente a apresentar os documentos para finalização da análise do processo, como: projeto de drenagem pluvial devidamente aprovado pela Novacap, Adasa e Ibram, mapas ambientais sobrepostos ao projeto urbanístico, versão final do projeto de urbanismo, escritura da poligonal registrada em cartório de Registro de Imóveis, inventário florístico e cronograma físico-financeiro para a execução das obras, assim como a garantia de execução.

A secretária Regina explicou que a Secretaria de Condomínios foi criada com o objetivo de acelerar a regularização, de acordo com a legislação vigente. Durante o encontro, ela falou sobre a Portaria Conjunta 001 de 2006, elaborada pela Seduh e Semarh, que define os procedimentos para regularização dos parcelamentos. “Vamos seguir a legislação. O TAC dos condomínios, assinado em maio de 2007 está em pleno vigor e o PDOT, sancionado esta semana pelo governador Agnelo, está pronto para ser colocado em prática”, concluiu explicando que duas novas leis chegaram para ajudar na regularização: a Lei 11.977 (Minha Casa, Minha Vida) e o Código Florestal.



Antes de encerrar a reunião, a secretária falou da Secretaria Itinerante, que estará percorrendo os condomínios a partir do próximo mês e da equipe que levará o Programa Sócio-Ambiental para dentro dos condomínios, buscando maior conscientização e preservação ambiental.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

TAC dos Condomínios: Secretária de Condomínios busca entendimento com Ministério Público


Na tarde desta terça-feira (16/10), a secretária de Estado de Regularização de Condomínios, Regina Amaral, participou de reunião com representantes do Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) para discutir questões relacionadas com o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) no. 002, conhecido como TAC dos Condomínios, assinado em 2007 pelo Governo do Distrito Federal e Ministério Público.
A reunião foi aberta pelo procurador geral de Justiça interino, José Firmo Reis Soub, e contou com participação dos promotores de Justiça Dênio Augusto Moura (PROURB), Roberto Carlos Batista e Flávio Henrique Andrade (Prodema), Augusto Barbosa de Carvalho (Registros Públicos), Antônio Luiz Alencastro (Recursos Constitucionais).
Segundo o promotor de Defesa da Ordem Pública, Dênio Augusto, o “TAC é uma reprodução da lei. Está baseado em princípios”, explicou, lembrando que o Ministério Público está vendo o todo e não a situação isolada. “Especificamente para os condomínios Lago Azul e Lago Sul I, não foi feito um plano para o setor, conforme prevê o acordo”, lembrou, enfatizando que “se vamos discutir a regularização, temos que discutir com base nos princípios da lei”.
Para o promotor de Meio Ambiente, Roberto Carlos, o TAC é um acordo em favor do meio ambiente e da ordem urbanística. “Tem que haver um planejamento e políticas públicas. Qual será a política doravante para cumprimento do TAC?, questionou.
“Vejo com bons olhos essa tentativa de aproximação, o que demonstra que o Governo quer cumprir o acordado. Essa é uma ótima oportunidade para se conversar”, enfatizou o promotor Flávio Andrade, da Promotoria de Meio Ambiente.
O promotor de Registros Públicos, Augusto Carvalho, lembrou que a fase do registro é a etapa final do processo, depois de ter sido atendida todas as demais etapas. “Mas, é importante retornar o conceito de regularização por setor habitacional, pois é esse plano que irá prever as áreas para os equipamentos públicos urbanos”.
Durante o encontro, foi lembrado que os recursos têm efeito suspensivo e podem atrasar o processo por longo tempo. “Atrasos que podem chegar, muitas vezes, a seis meses ou até 1 ano”, lembrou o promotor Flávio Andrade, deixando claro que um documento pactuado pode ser reexaminado, desde que se demonstre a disposição em prosseguir com base num diálogo construtivo e dentro dos parâmetros legais. 
Os promotores lembraram, durante a reunião, que o avanço no processo de regularização não é por falta de disposição do Ministério Público. “Estão sempre passando a idéia de que o MP é que não quer o avanço. No entanto, nunca recebemos um documento do Governo que demonstre o contrário. Temos o compromisso com a sociedade e devemos zelar para que as pessoas sejam atendidas conforme a lei prevê”, afirmou o procurador Dênio, lembrando a questão da APA do Cafuringa, onde não foi feito um planejamento para a o escoamento das águas pluviais do bairro Grande Colorado, de forma a não afetar a área de preservação. “Nós temos o compromisso com o futuro da sociedade”.
 
Para a secretária de Regularização (Sercond), Regina Amaral, “a lei foi feita para ser cumprida. Temos um documento que existe há cinco anos". Não foi feito agora. Entendo que temos que  buscar soluções para o cumprimento da lei”, argumentou, lembrando que diversos pontos do TAC também estão previstos no Plano Diretor de Ordenamento Territorial  (PDOT), cuja atualização foi sancionada hoje (16/10) pelo governador Agnelo Queiroz.
A Sercond propôs que haja um entendimento com o MP para que o TAC seja atualizado de acordo com o Código Florestal e a Lei 11.977 (Minha Casa, Minha Vida), legislação mais atual sobre o assunto.
Ao finalizar o encontro, o MP deixou claro que está aberto ao diálogo, ponto necessário para que haja avanço nessa questão. “Inúmeras tentativas de dialogar foram feitas, anteriormente”.
A secretária de Condomínios ficou de elaborar um cronograma de políticas públicas, com os próximos passos e a forma que o Governo pretende cumpri-las. Segundo a secretária Regina, assim que o documento estiver pronto, nova reunião será agendada com o MP, com a presença da Procuradoria de Meio Ambiente, Patrimônio Urbanístico e Imobiliário (PROMAI), órgão da Procuradoria-Geral do DF.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Jornalista Regina Amaral assume Secretaria dos Condomínios

    

A jornalista Regina Amaral foi nomeada hoje (02/10) a nova secretária dos Condomínios, indicação do deputado Agaciel Maia. Ela que tem larga experiência com os condomínios, disse que dará continuidade aos trabalhos, buscando agilizar o andamento dos processos para que ainda este ano mais alguns residenciais estejam aprovados.
    Jornalista, Regina está nessa luta a favor dos condomínios há cerca de 20 anos. Trabalhou como repórter do Jornal dos Condomínios e ajudou a fundar, em 1997, a Federação dos Condomínios do Distrito Federal, onde teve a oportunidade de acompanhar, ao lado de Janary de Moraes, primeiro presidente da entidade, a luta por melhorias para os moradores de condomínios. “Se fizermos um balanço, vamos ver que muito já se avançou. Graças, principalmente, a luta de síndicos, presidentes de associações e moradores, que nunca desistem. Energia elétrica, água, telefone, criação do Grupar e início do processo de regularização são algumas das vitórias alcançadas ao longo desses anos. Vamos trabalhar, agora em uma outra esfera, para que possamos avançar ainda mais”, disse a nova secretária, lembrando que no último ano, com a ajuda do deputado Agaciel Maia, os moradores de condomínios tiveram duas importantes vitórias: a aprovação da lei que permite os muros e portarias, e a criação da Secretaria dos Condomínios. Vitórias que contaram com a participação efetiva da nova secretária.
 
     A pasta foi ocupada, até final de agosto, pelo deputado distrital Wellington Luiz, que retornou à Câmara Legislativa.